Cultura virou negócio? Essa é a estratégia número 1 das marcas para conquistar consumidores em 2025

Em um cenário em que consumidores esperam mais do que produtos e serviços, o marketing cultural emerge como uma das frentes mais relevantes para posicionamento de marca e crescimento de resultados.
Cultura como ativo estratégico
A proposta é clara: apoiar a cultura, fomentar a economia criativa e, ao mesmo tempo, gerar valor simbólico e mercadológico para a marca. Isso pode acontecer por meio do patrocínio de um festival de música, da viabilização de uma exposição de arte contemporânea ou até de ações em comunidades periféricas.
O importante é o alinhamento entre o que a marca defende e o que a iniciativa representa.
Autenticidade, representatividade e propósito definem as preferências de consumo.
Segundo dados da Accenture Strategy, 79% dos consumidores brasileiros querem que as empresas se posicionem em relação a assuntos importantes, envolvendo áreas como sociedade, cultura, meio-ambiente e política. Esse comportamento reconfigura o papel da cultura no universo das marcas[/grifar]: não é apenas uma oportunidade estética ou promocional — é um vetor estratégico.
Construção de legado e diferenciação
A diferença entre patrocinar e se envolver culturalmente está na intenção e na execução. Marcas que enxergam o marketing cultural como extensão de seu propósito conseguem construir um legado.
Alguns exemplos de marcas que utilizam dessa estratégia são:
- Coca-cola
- Ambev
- Faber-Castell
- BNDES
Três pilares do marketing cultural
Posicionamento com propósito
Marcas conectadas a causas culturais geram vínculos autênticos e relevância duradoura.
Potencial de inovação
Ao acompanhar projetos culturais, empresas se mantêm criativas e em sintonia com tendências socioculturais.
Impacto social e retorno reputacional
O marketing cultural movimenta a economia criativa e fortalece a reputação de forma sustentável.
Profissionais na linha de frente
Para profissionais de marketing, comunicação e branding, entender e aplicar o marketing cultural é uma competência estratégica.
Não se trata apenas de planejar campanhas, mas de atuar como agentes de transformação dentro das empresas.
Dominar essa habilidade requer repertório cultural, compreensão de contextos sociais e capacidade de traduzir valores em ações relevantes. O marketing cultural exige visão de longo prazo e articulação com artistas, produtores e comunidades.
Um caminho para o agora — e para o futuro
O marketing cultural demonstra que cultura não é só entretenimento: é plataforma de marca, ferramenta de diferenciação e canal de significado. Em tempos de excesso de informação, comunicar com verdade e propósito é o que garante relevância.
Para marcas e profissionais que desejam crescer de forma sustentável e conectada à sociedade, investir em cultura não é mais uma escolha. É uma necessidade estratégica.
Tenha um marketing estratégico e escale os resultados da sua empresa
De olho nisso, a EXAME, maior plataforma de negócios do Brasil, se une à Saint Paul, uma das melhores escolas de negócios do mundo, para apresentar o Pré-MBA em Marketing: Branding e Performance.
Esse é um treinamento virtual e com certificado, apresentado por Leonardo Cirino, que revela o caminho para conquistar uma posição de liderança nas áreas de Marketing. Durante o treinamento, os alunos irão aprender como:
- Transformar desafios complexos em oportunidades de crescimento;
- Liderar estratégias de branding e performance;
- Impulsionar as vendas dentro da empresa.
Todo esse conteúdo, que soma 3 horas de duração, está distribuído em quatro aulas 100% online (sendo a última delas ao vivo com Cirino), que misturam fundamentos teóricos e práticos. O investimento é de R$ 37,00.
Não perca tempo! Acesse aqui e garanta a sua vaga
COMENTÁRIOS